Oi, meu nome é Eleuses Paiva. E esse nome talvez soe familiar para você. Não é um nome comum, e carrega uma história construída com trabalho e responsabilidade. Meu pai, que também se chama Eleuses Paiva, trilhou uma trajetória respeitada na política e fez a diferença na vida de muita gente. Eu cresci acompanhando de perto os bastidores desse universo: as pressões, as críticas, as decepções, mas também a honra e o peso de servir. Política, para mim, nunca foi um tema distante, sempre fez parte da minha formação, das conversas à mesa e das escolhas que moldaram quem eu sou.
Mas nem sempre eu enxerguei isso com bons olhos. Em 2006, quando meu pai decidiu se candidatar pela primeira vez, eu tinha 16 anos e fui contra. Era a época do mensalão, e eu disse a ele que estava entrando em um ambiente que eu não respeitava. A resposta dele me marcou para sempre: “Se um dia você não se orgulhar de mim por causa de algum malfeito, você não precisa mais falar comigo.” Um pai dizer isso ao filho não é pouca coisa. Ali eu entendi que princípios são inegociáveis.
Ao longo dos anos, acompanhei de perto a vida pública. Vi o quanto a política pode ser dura com quem acredita demais nas pessoas. Vi acertos, e erros, vi decepções. Aprendi que não dá para ser ingênuo – mas também não dá para abrir mão dos valores que moldaram a nossa vida inteira. Entro nessa caminhada consciente de como o sistema funciona e com a convicção de que é possível fazer diferente sem negociar caráter.
Não tenho freio na língua. Gosto de conversar, principalmente com quem pensa diferente de mim. Acredito no debate firme, honesto e direto. Sempre gostei de esportes, meu “ansiolítico natural”. O esporte me ensinou disciplina, constância e resiliência. E talvez seja disso que o Brasil mais precise: gente que aguenta o jogo longo, que não desiste no primeiro obstáculo.
Eu não prometo mudar o país da noite para o dia. Sei que grandes transformações são estruturais e levam tempo. Mas também sei que o Brasil não pode continuar perdendo oportunidades como fez tantas vezes no passado. Estamos diante de um momento decisivo, e precisamos ter coragem para enfrentar reformas profundas, mesmo que elas não rendam aplausos imediatos.
Meu objetivo é simples e, ao mesmo tempo, enorme: entrar em 2026 e, ao olhar para 2034 ou 2038, ter a consciência tranquila de que ajudei a deixar o Brasil melhor do que encontrei. Não perfeito. Não idealizado. Mas melhor. Política, para mim, não é carreira, é responsabilidade com o futuro.
Oi, meu nome é Eleuses Paiva. Sou formado em Direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, com pós-graduação em Direito Constitucional pela PUC-SP. Atuei na advocacia até 2018 e depois migrei para atividades empresariais ligadas ao agronegócio, onde vivi de perto a realidade de quem produz, investe e gera oportunidades no Brasil real. É com essa formação, essa vivência e esses princípios que coloco meu nome à disposição para servir.

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